domingo, 8 de março de 2009

In to the wild

In to the wild - Lado selvagem.
Um dos melhores filmes de 2007

Não há palavras para descrever o q este filme (q é baseado em factos reais) me fez..... parecia q me dizia: Bom dia... Como se me conhece-se a anos. A banda sonora ficou a cargo desse monstro musical q é Eddie Vedder , para quem não sabe vocalista dos Pearl Jam. Tenho q admitir q este filme é brutal e q me alegrou o dia. (já o vi a algum tempo, mas tenho de falar sobre ele)




Depois de ver este filme pôs-me a pensar: Os barómetros da vida estão todos lixados.... Acho q podemos afirmar q as pessoas vivem melhor ou pior conforme as suas necessidades estarem mais ou menos satisfeitas. Mas há lá coisa mais subjectiva do q as necessidades de cada um? (Às vezes penso q tudo o que preciso na vida é de um portátil, um cigarro e os meus amigos a olhar para mim, por mim, através de mim, e do que escrevo... ) É claro q um homem não sobrevive sem as contas pagas. Mas precisaremos nós de mais do q água, luz e gás? E há o carro, pronto, e a Internet, ok, concedo… a comidinha, umas mudas de roupa, e trocos para uns copos e "smokes". Mas precisaremos de muito mais?? Ou será q falta um consolo q é impossível satisfazer? Será q andamos adormecidos na vida à procura de uma casa na praia, férias no Brasil, salas repletas de presentes inúteis na noite de Natal, mergulhos em piscinas algarvias atafulhadas de gente, hotéis de luxo, roupas de marca, carros mais rápidos, telemóveis da última geração?..... São perguntas simples, e para as quais nem sequer procuro uma resposta. Eu sei que passo muito bem com pouco e sei de quem não consiga. As pessoas são diferentes. O q levanta a questão do dinheiro. Eu não odeio o metal redondo, mas odeio a ideia de me deixar entregar à ditadura do metal. Porque o sorriso dos meus amigos quando olham para mim não é pagável, nem o sol q hoje iluminou o Tejo cobrou imposto. Daqui a nada, não estaremos por cá..... Pensem nisso

Acho q é a primeira vez q me exprimo sobre questões mais sérias neste blog.... mas juro q é assim q este filme vos vai deixar... num estado de reflexão. Agora vamos a parte "técnica" do filme


Adaptando o livro homónimo de Jon Krakauer, (a caminho através do amazon) este filme de Sean Penn mostra-nos o caminho de Christopher, e a sua estadia no ‘Magic Bus’ O objectivo de Christopher é reinventar-se através de uma vida de pureza e negação. Para isso abandona o seu carro, o seu dinheiro e escolhe o nome Alexander Supertramp. Ao longo da sua viagem pela América, Christopher transforma-se num eremita, recusando todos os prazeres, e abraçando a natureza. Mas a natureza é tão generosa quanto implacável, tão selvagem e assustadora quanto uma vida fechada em redor de uma carreira profissional e de um monte de empréstimos bancários.
Basicamente este filme é mais uma reflexão sobre um jovem q se deixou dominar pelas suas irrevogáveis escolhas, na busca de uma felicidade fora dos parâmetros sociais. Espero q gostem....

2 comentários:

  1. Adorei o post, tens razão quando dizes que um sorriso não tem preço... O filme é muito humano e faz-nos querer mais... de nós próprios
    Continua...

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  2. Um dos filmes da minha vida...Lembro-me como se fosse hoje... foi em Janeiro do ano passado alguns dias depois do Natal... a nossa mantinha... estava muito frio mas o filme aqueceu-me a alma isso.... e a tua companhia...(Miss you, miss Portugal, miss everything...I just miss) Bjks

    11 de Março de 2009 7:29

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